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Ações de combate ao trabalho infantil em Cabedelo são destaques em site do Tribunal Superior do Trabalho

As ações de combate ao trabalho infantil desenvolvidas pela Secretaria de Assistência Social (Semas) de Cabedelo foram destaques em matéria veiculada no portal oficial do Tribunal Superior do Trabalho (TST) esta semana. A publicação evidenciou a exposição  “Um Mundo sem Trabalho Infantil” , que estava na Fortaleza Santa Catarina e envolveu mais de 200 estudantes entre 6 e 17 anos.

Na cidade portuária, e equipe do Tribunal Regional do Trabalho (TRT – 13° Região) visitou o Espaço Lúdico Desenvolver, situado no Mercado Público Municipal.  No local, professores e supervisora atendem filhos dos comerciantes e crianças em condição de mendicância, com atividades lúdicas, pedagógicas e sócio-assistenciais. Atualmente, a sala assiste a cerca de 20 crianças e funciona de quarta a sábado, de 8h às 12 horas.

Confira a matéria e o vídeo produzido pelo TRT:

TRT-13 reúne mais de 200 estudantes no combate ao trabalho infantil

Uma ação do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), em parceria com a Secretaria de Assistência Social da prefeitura de Cabedelo, reuniu mais de duzentos estudantes com idade entre 6 e 17 anos para discussão e reflexão sobre o combate ao Trabalho Infantil. Na Fortaleza de Santa Cataria o TRT montou a exposição “Um Mundo sem Trabalho Infantil” e distribuiu material didático que trata do combate a essa prática.

Na ação, o grupo de teatro Justiça em Palco, formado por servidores do Tribunal, apresentou a peça com o tema Trabalho Infantil: Apague essa Ideia!!! O grupo leva temas importantes da Justiça do Trabalhado de forma lúdica e simples para a apresentação em escolas, empresas e outros segmentos. O evento foi mais uma atividade do Programa Nacional de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem da Justiça do Trabalho, que na Paraíba tem como gestores o desembargador Thiago de Oliveira Andrade e a juíza Lílian Leal de Souza.

A exposição “Um Mundo sem Trabalho Infantil”, com 14 painéis, retrata as piores formas de trabalho infantil, e a proposta é para que a sociedade exija o cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes, a fim de garantir a esses jovens um futuro digno e equilibrado. Na visitação, os professores debateram o tema com os estudantes, instigando a uma reflexão sobre a temática.

Trabalho Infantil não é brincadeira

O TRT13 esteve presente no projeto Espaço Lúdico Desenvolver, que atende crianças beneficiárias do serviço de convivência e fortalecimento de vínculo, da Secretaria de Assistência Social. O projeto proporciona atividades lúdicas e pedagógicas aos filhos dos comerciantes do Mercado Público.

A ideia é tirar as crianças de situações de risco e exposição a um possível trabalho infantil. Vinte crianças são atendidas pelo projeto. O Regional paraibano distribuiu material didático para os educadores trabalharem a temática do trabalho infantil com as crianças, sempre no sentido do combate a essa prática e com o estímulo à aprendizagem.

O prefeito Vítor Hugo disse que a administração está investindo em ações que buscam a erradicação do trabalho infantil no município. Segundo ele, a ação desenvolvida no mercado público da cidade será estendida ao mercado do bairro Renascer, um dos maiores núcleos habitacionais de Cabedelo. “Vamos reforçar esse trabalho belíssimo para que as crianças possam estudar, se divertir e aprender, e os pais possam trabalhar com toda tranquilidade”.

Piores formas

“O Tribunal Regional do Trabalho tem a responsabilidade social de combater o trabalho infantil, principalmente em suas piores formas”, disse a juíza Lílian Leal de Souza, que acompanhou as atividades em Cabedelo. “O apoio a essas práticas que buscam o combate ao trabalho infantil é fundamental. Estamos aqui para reforçar perante a sociedade que o trabalho infantil tem que ser combatido, tem que ser eliminado. A iniciativa do município em acolher crianças, filhos de feirantes, é louvável, inédita e deve ser multiplicada. Na maioria dos municípios paraibanos, nas feiras livres, muitas crianças trabalham e essas atividades estão entre as piores formas de trabalho infantil”, afirmou.

A secretária da Assistência Social de Cabedelo, Cynthia Cordeiro, falou para as crianças e para os professores durante a solenidade, enfatizando a ideia de que o trabalho infantil é crime. “O futuro de vocês é muito mais do que vocês possam imaginar. É preciso sonhar, estudar. E, tenham certeza, a educação é o caminho mais viável para garantir um futuro digno para vocês e suas famílias. A criança tem que estudar e brincar, trabalhar, jamais”, disse. O dia dedicado ao combate ao trabalho infantil em Cabedelo foi organizado pela Secretaria da Assistência Social. As crianças e adolescentes que participaram do movimento, estudantes das escolas do municípios, são usuários do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos.

http://www.tst.jus.br/web/trabalho-infantil/programa/-/asset_publisher/y23X/content/trt-13-reune-mais-de-200-estudantes-no-combate-ao-trabalho-infantil?inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fweb%2Ftrabalho-infantil%2Fprograma%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_y23X%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_count%3D1