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Zoonose orienta população sobre maneira correta de descartar Caramujo Africano
3/8/2017 - Secretaria de Saúde

Design Secom


A intensificação do período chuvoso aumenta a incidência do surgimento do caramujo africano. O molusco, que afeta plantações e pode transmitir doenças, se desenvolve durante todo ano e costuma se alojar em locais como terrenos baldios, hortas, plantações e áreas em que existe entulho. A Zoonose de Cabedelo está atenta aos casos e orientando a população sobre o correto descarte do caramujo. 

De acordo com a Zoonose, não há como prevenir o surgimento dos Caramujos Africanos. A orientação dos agentes de saúde e da Zoonose é que, quando alguém encontrar um caramujo africano em seu terreno, deve recolhê-lo, sempre protegendo as mãos com uma luva descartável ou um saco plástico. 

“Nunca se deve tocar no caramujo, pois sua gosma é um transmissor de doenças graves, como a meningite. O correto a se fazer é pega-lo com proteção e colocá-lo dentro de um balde ou vasilha com água e sabão em pó. No outro dia, é importante que se quebre a concha do animal, e jogue-o em lixo comum, nunca em terrenos baldios, e nunca ele inteiro, pois o acúmulo da água dentro da carapaça é um atrativo para o mosquito transmissor da Dengue”, explica o coordenador da Zoonose, Rodrigo Guimarães. 

O combate ao caramujo se torna difícil porque ele possui uma significativa resistência à seca e ao frio. Trata-se de um molusco terrestre que, quando adulto, atinge 15 centímetros de comprimento e 8 centímetros de largura, com mais de 200 gramas de peso. Além disso, a cada dois meses, um caramujo põe 200 ovos, que, da eclosão até a fase adulta, duram apenas 5 meses. Nesse período, cada um desses ovos vai gerar mais 200 animais.

O caramujo africano hospeda um verme que, se transmitido, pode causar doença que paralisa o sistema nervoso central com extrema gravidade. O verme também pode se alojar nos olhos, causando desde distúrbios visuais até a cegueira, ou pode se alojar no intestino, comprometendo os órgãos abdominais. A contaminação acontece pela ingestão de alimentos que tiveram contato com o caramujo e foram mal lavados, ou pelo contato direto com ele. 

Para dúvidas e mais informações sobre o correto descarte do caramujo, a Zoonose disponibiliza o telefone 3250.3501.

Secom Cabedelo



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