/SETEMBRO AMARELO: Prefeitura de Cabedelo se mobiliza em campanha para valorização da vida  

SETEMBRO AMARELO: Prefeitura de Cabedelo se mobiliza em campanha para valorização da vida  

Lembrar a importância de ouvir o outro e valorizar os bons momentos da vida. Essa é uma das mensagens que a campanha nacional do Setembro Amarelo quer passar para prevenir e evitar suicídios. Cabedelo entrou na mobilização e realizou, nesta quarta-feira (11), ações de conscientização e apoio à vida.

A atividade, organizada pela Secretaria de Saúde (Sescab), por meio da coordenação de Saúde Mental e em parceria com o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) I e o Caps AD, aconteceu em frente à Sescab e contou com palestras, atividades físicas e apresentações culturais de bandas formadas pelos usuários do Caps.

“Essa é uma ação de valorização da vida. Um momento para termos cuidado com as pessoas, ouvi-las, acolhe-las. Aqui tivemos atividades físicas e as bandas do Caps – Roda de Samba e BatuCaps, que estimulam e levam muita alegria aos usuários. Durante todo esse mês, estaremos levando a temática do Setembro Amarelo para todas as Unidades Básicas de Saúde, mostrando a importância da vida, de se amar. Falar é sempre a melhor solução. Quem está doente, as vezes só precisa conversar, que alguém tenha empatia, que alguém o escute. E essa campanha, nosso esforço é para isso”, destacou a coordenadora de Saúde Mental, Kamilla Aguiar.

Casos de suicídio acometem pessoas de todas as camadas sociais e decorre, principalmente, de estados de depressão, transtornos bipolares e de personalidade borderline, uso de álcool ou drogas, entre outros. Em Cabedelo, a Sescab disponibiliza tratamento clínico psicológico e psiquiátrico na Policlínica Leonard Mozart. Além disso, o usuário pode ser encaminhado ao Caps AD, em casos relacionados com álcool e drogas; ao Caps II; ou ainda ser atendido nas Unidades de Saúde da Família mais próxima de sua residência. Além de todos esses serviços, as pessoas também podem procurar acolhimento pela linha 188, que é gratuita.

“A palavra de ordem aqui é prevenção. É conversa, diálogo. É fazer com que as pessoas entendam que não é frescura, não é manha, é doença. Quem está se sentindo triste, busque conversar com alguém. E quem notar sinais de depressão, de perda do sentido da vida em alguém, ouça essa pessoa, apoie, acolha! Às vezes é só isso que basta para evitar o pior”, reforça a diretora do Caps I, Yrcel Valéria.