25 de JULHO – DIA DA MULHER NEGRA Cabedelo promove debate online para discutir direitos das mulheres negras

O dia 25 de julho é lembrado como o Dia da Mulher Negra, em alusão à sua luta por uma sociedade mais justa. Em Cabedelo, a data será marcada por um debate online, nesta segunda-feira (26), sobre os direitos das mulheres negras, bem como os obstáculos que essa parcela da população enfrenta dia a dia na sociedade.

A live será promovida pela Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SEPM), em seu instagram oficial (@sepmoficial), às 14h30. O tema do debate será “Luta das Mulheres Negras em favor de seus direitos”, e será ministrado pela pedagoga Emanuelle Costa, assessora técnica da Gerência Executiva de Equidade Racial da Secretaria Estadual da Mulher e do Desenvolvimento Humano (SEMDH).

“As lutas pelos direitos das mulheres, e da mulher negra em especial, têm um amplo conjunto de objetivos, tanto no que diz respeito à igualdade de gênero quanto avanços no sentido de contrapor-se ao racismo e às múltiplas discriminações; à exclusão social, laboral e política; às variadas formas de violências; e às práticas de controle do corpo e da sexualidade. As mulheres negras assumem o papel de sujeito ativo nas demandas por direitos humanos, incorporando reforços em direção à promoção da igualdade entre as pessoas”, explicou a secretária da mulher, Priscila Rezende.

Selo Parceira das Mulheres – Este ano, Cabedelo participa do Selo Social Prefeitura Parceira das Mulheres, iniciativa do Governo do Estado que, em sua segunda edição, traz como tema: “Ano da Igualdade Étnico Racial”.

“O selo tem como foco a execução de ações para todas as mulheres, com prioridade para as mulheres negras, de comunidades tradicionais e dos povos originários. É seguindo esse direcionamento que a SEPM realiza esse evento para marcar a data, 25 de julho, dia da mulher negra. Para contribuir com a discussão e dar prosseguimento às ações que desenvolvemos em prol da mulher cabedelense, desde a capacitação profissional até a defesa dos direitos”, concluiu Priscila.

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