Cabedelo recebe peça São Jorge Menino nesta sexta-feira (31)

Espetáculo infantil será na Praça Getúlio Vargas com entrada gratuita

Cabedelo recebe, nesta sexta-feira (31) a peça “São Jorge Menino”, primeira montagem direcionada ao público infantil da Cia São Jorge de Variedades, de São Paulo. O espetáculo será apresentado na Praça Getúlio Vargas, no Centro, às 19h, e a entrada é gratuita.

O projeto tem o patrocínio da Petrobras – por meio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2017/2018 – e conta com apoios locais da Secretaria de Cultura de Cabedelo (Secult).

Além da apresentação da peça, a Cia São Jorge realizou, nesta terça-feira (28), um intercâmbio cultural com grupos culturais de Cabedelo.

Encenada em praça pública, com uma banda e quatro estações cenográficas, a peça conta com a interação direta da plateia, e com um texto de linguagem inspirada nas festas populares.

Sinopse – “São Jorge Menino” conta a história de Jorge, um menino de rua, que dorme em cima de uma estátua de São Jorge no momento de sua inauguração. Ao retirar os panos que cobrem a estátua, todos ficam em dúvida sobre o verdadeiro santo: o menino ou a estátua. E, assim, Jorge começa a caminhar e a levar o público por uma verdadeira saga de São Jorge. Já na saída, a mãe da rua o batiza de São Jorge e o menino segue a sua trajetória por uma imensa rua de papel que surge aos olhos do público.

Jorge conhece os pintores Candinho e Dica – uma homenagem a Candido Portinari e Di Cavalcanti -, que irão pintar o futuro e o passado dentro do espetáculo. O menino conhece também os habitantes por trás de um muro onde estão presos, como escravos, índios e trabalhadores. Jorginho conversa com o muro e com as pessoas que estão presas atrás dele, sonhando um dia poder libertá-las.

Das lágrimas de Jorge surge Glauber, uma referência ao cineasta Glauber Rocha, que o ajuda a enfrentar os dragões da Maldade e o ensina sobre utopia. No desenrolar da história, há conflitos, duelos e até uma jovem em perigo que conta com a destreza do herói para libertá-la. O final carrega a marca dos sonhos de felicidade eterna e de uma sociedade mais justa.

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